Flores
Todos os sábados um ramo de cravos frescos. O perfume e as
cores inundavam o espaço, mesmo nos momentos mais tristes.
As flores envelheceram. Secas, quase desfeitas em pó, foram depositadas
no lixo. Cobriram os móveis, fecharam as persianas, sem data para abrir. Lá
fora, a vida continuava.
Foto de Veronika Diegel na Unsplash



Excelente artigo!
ResponderEliminarSe tiverem oportunidade, convido-vos também a visitar o meu blog: noite.blix.pt
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Obrigada!
Obrigada Sara pelo seu comentário. Vou espreitar o seu blog no blix. Os meus blogues também têm uma morada no blix.
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